quinta-feira, 27 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem - Prof. Samuel Rodrigues

Como conclusão das atividades do curso Melhor Gestão, Melhor Ensino, elaboramos uma Situação de Aprendizagem voltada para a Leitura da Crônica “Pausa” de Moacyr Scliar.

Tempo Previsto: De 4 a 6 aulas.
Conteúdo: Traços característicos do Gênero Narrativo: Crônica.
Habilidades:
Reconhecer os elementos da narrativa.
Identificar: a tipologia narrativa e distinguir os gêneros narrativos (crônicas, contos, fabula, etc.).
Metodologia: Roda de Leitura e Leitura compartilhada.

Atividades:
1 – O que você entende por pausa?
2 – Na sua vida, o que precisa de pausa?
3 –  Após organizada a roda de leitura , faça  a leitura do texto de acordo com as orientações do professor ( Que deverá ser de forma compartilhada).
4 – Identifique  os elementos da narrativa - tempo, espaço, personagens e enredo. (situação inicial, conflitos, clímax e desfecho) - presente no texto.
5 – Identifique o foco narrativo. Justifique sua resposta com trechos do texto.
6 – O texto trata de tema do cotidiano? Qual?
7 – Faça uma comparação do texto lido com os textos lidos em sala, textos que conheçam, destacando os traços de intertextualidade.
8 – Qual a intenção do narrador ao relatar esse episódio da vida do personagem Samuel?
9 – Faça uma análise crítica sobre o texto referente às atitudes de Samuel com relação à sua esposa e ao gerente do hotel.
10 – Socialize sua resposta anterior com os colegas de sala de aula. 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

SEQUÊNCIA DIDÁTICA Conto: Pausa Autor: Moacyr Scliar

Professor Paulo Roberto Lopes 

1ª Etapa
Ativação de conhecimentos de mundo
- Qual o significado da palavra “Pausa”?
- Você costuma ter momentos de pausa?
- Com que frequência?
- Como eles são vividos?
-Você acredita que esses momentos de “pausa”, sejam necessários? Por Quê?
- Alguém gostaria de relatar sua experiência?

2ª Etapa
Localização de informações:
-          Apresentação do texto para os alunos;
-          Questionamentos  e informações sobre o autor, tais como: nome do autor, cidade de origem, gêneros nos quais ele se destacou etc;
-  Checagem de conhecimentos relativos ao gênero do texto;
-  Leitura compartilhada do texto

3ª Etapa
Produção de Inferências locais e globais:
-          Como se dá a “pausa” no texto?
-  Por que o personagem precisava dessa pausa?
- Questionar os alunos sobre palavras que eles desconhecem o significado, no texto.
- Quando as pessoas fazem uma pausa no seu trabalho, na escola, por exemplo nas férias,  a fazem por qual motivo e  onde costumam ir?
- Por que Samuel procurou “um hotel pequeno e sujo”?

4ª Etapa
Recuperação do contexto de produção:
-          No texto, a “pausa” é, de fato, um momento solitário?
-          Quais eram os personagens do texto?
-           Com relação aos elementos da narrativa, quais são os personagens?
-Qual a relação entre a escolha do narrador e o contexto?

5ª Etapa
Percepção das relações intertextuais e interdiscursivas:
- Ouvir a música: Pausa
Compositor: Philippe Kadosch
- Estabeleça semelhanças e diferenças entre o texto e a música.

6ª Etapa
Percepção de outras linguagens:
-          Como  a ausência de momentos de “pausa”  interfere na qualidade de vida das pessoas?
-          Como cada um de nós sinaliza a necessidade dessa pausa?
-          Sugestão de atividade escrita:

Redija um relato autobiográfico narrando um momento de seu cotidiano,  em que você tenha sentido a necessidade de “dar uma pausa”. 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Sequência Didática “Pausa” de Moacyr Scliar

Tempo Previsto: De 4 a 6 aulas.
Conteúdo: Traços característicos do Gênero Narrativo: Crônica.
Habilidades:
Reconhecer os elementos da narrativa.
Identificar: a tipologia narrativa e distinguir os gêneros narrativos (crônicas, contos, fabula, etc.).
Metodologia: Roda de Leitura e Leitura compartilhada.

Atividades:
1 – O que você entende por pausa?
2 – Na sua vida, o que precisa de pausa?
3 –  Após organizada a roda de leitura , faça  a leitura do texto de acordo com as orientações do professor ( Que deverá ser de forma compartilhada).
4 – Identifique  os elementos da narrativa presentes no texto.
5 – Identifique o foco narrativo. Justifique sua resposta com trechos do texto.
6 – O texto trata de tema do cotidiano? Qual?
7 – Faça uma comparação do texto lido com os textos complementares selecionados pelo professor, destacando os traços de intertextualidade.
8 – Qual a intenção do narrador ao relatar esse episódio da vida do personagem Samuel?
9 – Faça uma análise crítica sobre o texto referente às atitudes de Samuel com relação à sua esposa e ao gerente do hotel.
10 – Socialize sua resposta anterior com os colegas de sala de aula. 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Sequência Didática Meu Primeiro Beijo - Antonio Barreto -9º Ano

Elaine  Cristina Amaral Muniz
E. E. Dom Alberto José Gonçalves
v Maria Cristina Silva Pizza
E. E. Cel. João de Souza Campos
v Rosana Maria Garcia de Freitas Scatena
E. E. Silvio de Almeida
v Rosângela Aparecida de Sousa Saltareli
E. E. Dr. Washington Luís
v Sandra Aparecida de Souza
E. E. Profª Irene Dias Ribeiro
v Sõnia Aparecida Chioro Angotti
E. E. Profº Cid De Oliveira Leite

Ativação de Conhecimento de Mundo
Antecipa
ção
—  Discussão Oral:
—  1- O que você entende quando lhe perguntam sobre o beijo?
—  2- Qual a imagem de beijo ou sensações que você tem  ao beijar?
—  3-Como foi sua primeira experiência com o beijo?

O valor do Beijo
Qual o valor do beijo entre a mãe e os filhos?
Valorizando a Diversidade Cultural
Leitura do Texto
—  O professor faz a primeira leitura do texto na íntegra;
—   Leitura compartilhada;
—  Levantamento das palavras desconhecidas no texto;
—  Comentário coletivo sobre o entendimento do texto;
—  Classificação do gênero textual e suas características;
—   Comparação do texto literário com  uma vivência do aluno.

Inferências locais e globais
Como o beijo é visto em outras culturas?

Pesquisa
Pesquisar o beijo em outras culturas

Percepção das relações de intertextualidade
 O beijo é um tema universal abordado na literatura por diversos autores. Vejamos alguns:
—  Clarice Lispector
—  Márcia Kupstas
—  Drummond
—              Walcyr Carrasco                            

Sugestões para aprofundamento Temático
—  Filmes:
—  1 – O primeiro amor  2010
—  2 – My Girl  1991
—  3 – Confissões de Adolescentes
—  Músicas:
—  1 – Primeiro Beijo  - João Victor
—  2 – Um Beijo  - Luan Santana
—  3 – Um Beijo Seu  - Jota Quest
Agora o escritor é você!

      A partir das leituras sugeridas, assim como os filmes  e as músicas, produza  um texto do gênero de sua  preferência sobre o assunto estudado.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sequência didática do texto: Meu primeiro beijo de Antônio Barreto





Sequência didática (adaptada ao público alvo)
Texto: Meu primeiro beijo
                   Antonio Barreto
Essa sequência tem por objetivo a realização de várias ações pedagógicas, tendo como público alvo alunos do 9º ano, por apresentarem um nível de maturação maior e mais adequado ao tema abordado no texto escolhido,
São atividades pedagógicas que propomos para um período de realização de aproximadamente 8 aulas, conforme as necessidades e dificuldades, ou pelo próprio grau de envolvimento dos aprendizes.
A intenção principal será trabalhar principalmente com uma ferramenta tecnológica para modernizarmos nossas práticas e motivarmos cada vez mais nossos alunos como orientadores, produtores de intervenções e pontes de transformações na aprendizagem.
Sequência didática
* Partir do título do texto e levantar expectativas sobre a leitura a ser feita;
* Apresentar o texto aos alunos com leituras individuais e coletivas;
* Levantamento de sua estrutura por hipóteses e comparações com outros gêneros, do vocabulário desconhecido, realizando a socialização com o grupo;
* Provocar intervenções para que os alunos identifiquem o tema do texto e reconheçam possíveis intenções do autor;
* Roda da conversa: O professor provocará questionamentos, indagando, comentando o que foi lido como por exemplo: quem foi Paracelso, qual é a função da glicose, qual é a relação disso com a declaração de amor que a personagem faz, etc;
*Pesquisa na internet: O professor será apenas o orientador e direcionará todo o trabalho:
-busca de diversas imagens de beijos;
-investigar sobre os diversos tipos de beijos e sua simbologia (carinho, traição, romântico, de novela, cinema, técnico, selinho, etc;
*Pesquisar e comparar o significado do beijo nas diversas culturas;
* Entrevistar familiares buscando e indagando sobre suas experiências em relação ao primeiro beijo;
*Em sala de aula, socializar as entrevistas visando o confronto de gerações e a comparação de épocas diferentes;
*Permitir a interação aos alunos, sua participação efetiva, relatando sua experiência do primeiro beijo ou suas expectativas / Induzir o aluno a opinar e argumentar sobre o tema conforme seu ponto de vista;
*Retomar o texto para analisar aspectos semânticos e gramaticais presentes no texto: marcas temporais, uso de numerais no texto, o foco narrativo, personagens, tempo, espaço, discursos direto e indireto;
AVALIAÇÃO:
*No desenvolver das atividades se fará de forma contínua com observações do desenvolvimento do aprendiz, de seu crescimento e atuação no grupo durante a realização das tarefas;

*Produção escrita: aproveitando da sequência didática, o aluno produzirá, sob orientações do professor com relação ao gênero, um artigo de opinião, sobre o tema abordado e suas possibilidades de confronto (gerações, culturas, contextos sociais e morais);
*Como última atividade, um trabalho direcionado a reescrita da produção do aluno, visando sanar suas dificuldades gramaticais, de coesão e coerência.






quarta-feira, 12 de junho de 2013

Uma Pausa

Em meio a uma vida desenfreada, na era do "fast-food" (porque não dá tempo de comer uma boa comida caseira...). As pessoas não se conhecem mais, não conversam mais, a não ser pelas redes sociais, não se sabe o nome, mas o login... Não se sabe do que o outro gosta, mas de quantos canais ele está inscrito... Agora não é "como vai você, está bem?". Mas "está online?".
Manifesto por uma pausa, umas pausa para leitura de bons livros, uma pausa para assistir um bom filme... Uma pausa... simplesmente: Uma pausa!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Aos eternos namorados...

As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade



Ter ou não ter namorado?
Eis a Questão.
Carlos Drummond de Andrade

Quem não tem namorado é alguém que tirou
férias de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro.
Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrimas,nuvens, quindim, brisa, de filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento,até paixão, é fácil. Mas namorado, mesmo, é difícil.
Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e
quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo
proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida, ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem namorado não é quem não tem um amor: é quem não sabe o
gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um
envolvimento e dois amantes, mesmo assim não tem namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas,
medo do pai, sanduíche de padaria e drible no trabalho. 
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. 
Não tem namorado quem faz pactos de amor
apenas com a infidelidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que
rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas, de carinho escondido
na hora que passa o filme, de flor catada no muro e entregue de repente, de
poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Morais ou Chico Buarque lida bem
devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado,tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer festa abraçado,
fazer compra junto. 
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. 
Não tem namorado quem não redescobre a sua criança e a do amado e sai com ela para parques, zoológicos,fliperamas, beira d’água, show de Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas
de sonhos ou musical de metrô.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica
livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu amado
ser paquerado. 
Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou ao meio dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem
vive cheio de obrigações, quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado quem confunde ficar sozinho com ficar em paz.
Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas, ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. 
De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fadas.
Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma
névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria. 
Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido.
ENLOU-CRESÇA.






Quero 
Quero que todos os dias do ano
todos os dias da vida
de meia em meia hora
de 5 em 5 minutos
me digas: Eu te amo.

Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
e no seguinte,
como sabê-lo?

Quero que me repitas até a exaustão
que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amação
pois ao não dizer: Eu te amo,
desmentes
apagas
teu amor por mim.

Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
isto sempre, isto cada vez mais.
Quero ser amado por e em tua palavra
nem sei de outra maneira a não ser esta
de reconhecer o dom amoroso,
a perfeita maneira de saber-se amado:
amor na raiz da palavra
e na sua emissão,
amor
saltando da língua nacional,
amor
feito som
vibração espacial.

No momento em que não me dizes:
Eu te amo,
inexoravelmente sei
que deixaste de amar-me,
que nunca me amastes antes.

Se não me disseres urgente repetido
Eu te amoamoamoamoamo,
verdade fulminante que acabas de desentranhar,
eu me precipito no caos,
essa coleção de objetos de não-amor.
Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 4 de junho de 2013

DEPOIMENTO LEITURA E ESCRITA

(Noemi Crivelenti)

Minha história quanto à introdução ao mundo da leitura e escrita se deu pelo fato de meu pai ser um grande contador de "causos", como dizia ele.
     Nós éramos em seis irmãos e quando nos reuníamos, fato constante em minha família, já vinha ele narrando e narrando histórias sem fim. Meu mundo era outro, eu me transportava ao mundo mágico de meu pai. Não sei se ele inventava ou se conhecia aquelas histórias, mas o fato é que nos emocionava e nos encantava, e a mim mais ainda, pois eu me transcendia, ficava em êxtase. Acho que foi isso que me fez apaixonar pelo mundo encantado dos livros.
     Ah! Além de contador meu pai também "cantava". Ele tinha a voz idêntica à do cantor Vicente Celestino. E quando ouvia  os discos na vitrola, eu falava assim: "papai, olha o homem que imita o senhor!" Ele sempre foi meu incentivador em muitas coisas, inclusive era ele que me ajudava nas apresentações escolares das quais participava. Eu recitava, declamava, fazia teatro, jograis, tudo era ensaiado por ele.
    E com tudo isso, não poderia ser diferente a minha escolha profissional: professora de português, contadora de histórias para os meus alunos. Somente através da leitura é que nos tornamos humanos, dignos de vivermos em paz conosco e com os outros. Somente a leitura é capaz de nos libertar, de tornarmos "grandes" de corpo, alma e espírito.

    A leitura para mim é, como diz J.C. Violla, "ajuda a concentração, me leva para dentro, me acalma e me alimenta."




(Samuel Rodrigues)

Não me recordo de uma experiência de minha infância, quando comecei a ler, a não ser das lições da apostila "ba-be-bi-bo-bu...". Uma experência legal que me recordo e acho pertinente compartilhar, aconteceu depois que estava na faculdade, onde me encantava com as aulas de teoria da literatura e produção de textos. Ao assistir o filme: "um lugar chamado notting hill" uma cena me chamou a atenção, no momento em que o ator principal perde a amada e sai andando errante pela rua, enfrenta frio, calor, sol e chuva, logo em seguida muda o cenário e o tempo já havia passado alguns anos. Entendi que o produtor ou autor do filme foi muito feliz na montagem, pois acostumamos ver em novelas e filmes a expressão: "algum tempo depois...", ali não, apenas apresentou-se o passar das estações representando o passar do tempo, perguntei para os que estavam na sala se tinham entendido o que acontecera naquele momento do filme, ninguém soube responder, então todo orgulhoso por ter entendido expliquei.
Imagino que é assim que nossos alunos se sentem quando aprendem as primeiras letras. 



(Sandra Aparecida de Souza)
Na infância, eu ouvia muitas histórias que meu bisavô nos contava à noite na fazenda; algumas assustadoras, outras engraçadas, e  outras me atiçavam a curiosidade. Eu ficava sempre ansiosa por outras histórias e tinha sempre expectativas. Minha irmã lia muitas historias para mim à note na cama antes de dormir. Nós morávamos na fazenda, não tinha luz elétrica, utilizávamos um lampião. E foi nessa época que comecei a tomar gosto por conhecer e desvendar o mundo da fantasia trazido pela leitura. Antes de ser alfabetizada, aos 4, 5 anos, eu já recitava poesias embaixo do pé de manga eu subia em um tablado onde meus tios, após cortar os pés de arroz os batiam para extrair os grãos, esse tabuleiro era conhecido popularmente por jirau e lá era meu palco predileto. Depois de alfabetizada continuei apaixonada pelas historias, recontava-as e sempre buscava novas histórias em minhas leituras.



(Paulo Roberto Lopes)

Acredito que todos vocês sejam seres felizes, a Noemi eu sei que é porque  convivo com ela na UE onde trabalhamos juntos. Agradeço a Deus a oportunidade de interagir com vocês e falo de um pouco da minha vida.
Menino feliz de cidade aberta do interior, conheci nas letras a cartilha Caminho Suave. Ah! que saudadee. Bem, as coisas mudaram muito que causam até espanto, mas é bom que mudem porque também nós mudamos. De qualquer forma estaremos juntos e juntos alcançaremos os objetivos que nos levarão consequentemente a melhores dias dentro da Educação na qual nos engajamos.
PERFIL:


Olá! Eu me chamo Noemi, sou professora de língua portuguesa,
 há 23 anos formada na Faculdade Barão de Mauá. Já no começo
 do meu 2º ano de faculdade, foram atribuídas duas classes de 8ª 
séries, aulas livres, nas quais eu era professora de português. 
Desde então, nunca mais parei de lecionar. Sou PEB II, efetiva e
 atualmente leciono em Altinópolis, na escola E. E. Prof. Antônio 
Barreiros, no 9º ano do E. F. e 2ª e 3ª séries do E. M. Eu amo o que faço e amo meus alunos. 
Todos!
Um filme: Dom Juan de Marco, com Marlon Brando e Jhony Deep.
Livros que marcaram minha adolescência: “ Amor de perdição” (Castelo Branco); 
“Olhai os lírios do campo” (Érico Veríssimo) e “Otelo” (Sheakspeare).
O que gosto de fazer nas horas livres: ler ou assistir à filmes, e o melhor, reunir-me em uma 
“bela mesa” com meus três filhos: Higor, Ronaldo e Andreza, juntamente com minhas noras
 e genro, e é claro com meu “maravilhoso” marido, Ronaldo; E os amigos também são
 bem vindos!... (adoro um vinho!) Eu amo minha família!
Sonhos? Muitos... Dentre eles, viver em paz, tranquila, serena, comigo mesma e com os 
outros. Eu amo minha vida!
Abraços, Noemi.



SANDRA APARECIDA DE SOUZA (Cursista) 
Ribeirão Preto-SP 


Olá!
Eu sou a Sandra Aparecida de Souza, sou de Ribeirão Preto, trabalho numa
 escola de periferia, com Ensino Fundamental  6ºs anos (Língua Portuguesa)
 e Ensino Médio 1ºs anos (Língua Estrangeira Moderna). Sou apaixonada pelo
 que faço, enfrentando os desafios da raça humana, olhando os problemas do
 próximo com respeito, solidariedade, com bons olhos, sabendo que todos nós
 temos qualidades e defeitos. Estamos falando do exercício do autoconhecimento.
 Entendo que os desafios que enfrentamos na vida são  oportunidades de 
crescimento para o ser humano, seja psicologicamente, intelectualmente, 
emocionalmente e espiritualmente; certamente mantendo o que chamamos de equilíbrio.

Gosto de uma boa conversa, filosofar sobre a vida, tenho muitos colegas e poucos

 amigos, gosto de transparência e lealdade. Aprecio o trabalho em equipe, pois 

nos permite a troca de conhecimentos, experiências, ideias, fortalece o trabalho

 no dia a dia e proporciona a interação social, o bom convívio com os colegas de

 trabalho e a solidariedade entre as pessoas. Leio de tudo um pouco, mas prefiro 

os clássicos, gosto de boa música minha preferida é Marrakesh night Market de 

Loreena Mckennitt.  Gosto também de filmes de aventura, romances...



APRESENTAÇÃO  

   Olá! Somos cursistas online e estamos criando este blog de grupo para postar nossos perfis, depoimentos e sugestões para a melhoria de nossas práticas pedagógicas. Esta fazendo parte desse grupo os seguintes professores: Noemi, Paulo Roberto, Rosângela Aparecida, Samuel e Sandra Aparecida.
     Isso faz parte de um curso de formação a distância para as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, oferecido pelo Governo do Estado – Melhor Gestão, Melhor Ensino.
     Este curso é voltado a redirecionar e ampliar ferramentas para a melhoria da qualidade e prática da vivência de sala de aula. São orientações, experiências, palestras, com possibilidades de se utilizar os recursos do mundo tecnológico como ferramenta de crescimento, evolução, e maior motivação ao aluno, despertando o prazer e envolvimento em seu próprio crescimento.
     Assim, compete a nós educadores adequarmos nossas práticas para que possamos entrar, acompanhar e orientar nossos alunos a saber tirar proveito desse mundo virtual.
     Esperamos poder contribuir com a nossa participação no enriquecimento do resultado final neste curso e que os interessados e curiosos no assunto, visitem esse blog e conheçam um pouco dessas propostas de inovação e adequação ao mundo tecnológico.

     Abraços.